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domingo, 17 de abril de 2011

Teste de Surdez Genética


O Teste de Surdez Genética associado ao Teste da Orelhinha amplia a eficácia da triagem auditiva neonatal.

A surdez é o déficit sensorial mais comum nos seres humanos. Para se ter uma idéia, a incidência de deficiência auditiva profunda é de 1/2000 a 1/1000 NVs.

A deficiência auditiva é causada tanto por fatores ambientais como genéticos. Dentre as causas ambientais temos dois grandes grupos: infecções pré-natais como a toxoplasmose, rubéola, citomegalovirose e herpes; e as infecções pós-natais como as meningites bacterianas e a exposição a drogas ototóxicas.

Como disse acima, o teste de surdez genética associado com o teste da orelhinha tem alta eficácia na triagem auditiva neonatal. Porém, vocês sabem a diferença entre ambos?

O teste de emissões otoacústicas evocadas, ou teste da orelhinha (o “apelido” mais conhecido... kkk) é realizado no RN por um profissional habilitado, através de um aparelho emissor de som e sensores eletrônicos, onde se avalia a capacidade auditiva do bebê. Já o teste de surdez genética é um exame laboratorial especializado, não invasivo e que é feito a partir de uma gota de sangue colhida em papel filtro, podendo ser realizado na mesma amostra do teste do pezinho. É indicado quando há a suspeita de perda auditiva de origem genética, para fins diagnósticos e de aconselhamento genético.

Ambos os testes deveriam ser aplicados no período neonatal, pois além de aumentar a eficácia da triagem auditiva, também permitem o acesso precoce ao diagnóstico e implante coclear, somados à participação efetiva da família, e intervenções fonoaudiológicas e psicopedagógicas desde o início, contribuindo para o desenvolvimento da linguagem quanto da comunicação oral.

A partir do diagnóstico etiológico da surdez, deverá haver um acompanhamento por uma equipe especializada (pediatra, otorrinolaringologista, fonoaudiólogo, geneticista clínico, entre outros) visando dar o suporte específico a criança e aos seus familiares, contribuindo deste modo para a qualidade de vida de todos.

Espero que tenham gostado do post! Bjnhos e até a próxima!

sábado, 19 de março de 2011

"Ooooo Manhê meu olho tá esquisito!!"


Com tantos casos de conjuntivite agora em Sampa não podia deixar de falar a respeito dela neh?

Para quem não sabe a conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, que poder ser causada por vírus, por bactérias ou por uma alergia. Sendo muito contagiosa.

Quando está irritada, a conjuntiva fica avermelhada pelo sangue e costuma aparecer uma secreção no olho. Na conjuntivite bacteriana, a secreção pode ser espessa e branca ou cremosa. Na conjuntivite viral ou alérgica, a secreção é em geral clara. A pálpebra pode inchar e dar comichão intensa, em especial em casos de conjuntivites alérgicas.

O tratamento para a conjuntivite depende da sua causa. Mas, os cuidados básicos incluem:

· lavar as mãos da criança várias vezes ao dia com sabonete, e de preferência usar papel toalha para enxugá-las;

· evitar ambientes aglomerados;

· não coçar os olhos;

· interromper o compartilhamento de toalhas, piscinas, lentes de contato, maquiagem, entre outros;

· não encostar o frasco da pomada ou colírio nos olhos e lavar as mãos antes e depois da aplicação.

O oftalmologista pode indicar, além de compressas com água fria, para aliviar os sintomas, colírios. Produtos com antibióticos podem ser receitados, em casos de conjuntivites bacterianas; e anti-histamínicos em quadros alérgicos. É muito importante que não se faça o uso de medicamentos e água boricada sem prescrição médica.

Dando atenção a estes aspectos, a conjuntivite pode ser curada em torno de cinco dias, sem que outras pessoas sejam contagiadas.

E... A CONJUNTIVITE NO RECÉM-NASCIDO?

Pois é... os pequeninhos também são afetados... e basicamente podemos separar em três, os agentes causadores de conjuntivite nos RNs:

1) Conjuntivite Química: É a causa mais comum de conjuntivite nas primeiras 24 horas de vida. Está associada a irritação causada pelo colírio de nitrato de prata a 1% que é colocado nos olhos do nenê ao nascer (Método de Credé).Geralmente os olhos do nenê somente ficam vermelhos, mas pode vir acompanhada de leve secreção. Este tipo de conjuntivite costuma desaparecer espontaneamente em 24 a 36 hs. O tratamento consta de higiene local das pálpebras.

2) Conjuntivite Bacteriana: Pode ser dividida em Gonocócica e não Gonocócica.

A Gonocócica atualmente é rara graças a instilação de uma gota de nitrato de prata a 1% nos olhos do nenê logo após o nascimento. (Método de Credé)

O contágio ocorre durante a passagem da criança pelo canal de parto ou intra-uterino, quando há ruptura da bolsa amniótica. Pela sua gravidade e complicações pode levar a cegueira em pouco tempo (ocorre perfuração ocular em até 24 hs). Assim, o tratamento deve ser iniciado rapidamente, e a mãe também deve ser tratada.

A Conjuntivite Bacteriana não Gonocócica ocorre geralmente, devido a contaminação conjuntival por estafilococos, estreptococos e algumas espécies gram-negativas. O quadro inicial é geralmente agudo, bilateral e o tratamento ocorre pelo uso de colírios antibióticos de amplo espectro.

3) Conjuntivite de inclusão: Quadro de conjuntivite que tem a tendência de se tornar crônica. Ocorre em um ou ambos os olhos durante o primeiro mês de vida. Os sintomas são olhos vermelhos e secreção mucosa ou purulenta. O tratamento é feito com pomada oftalmológica antibiótica e também antibiótico via oral.

Em relação ao período de aparecimento da conjuntivite no recém-nascido, temos, em geral:

Conjuntivite no 1º dia de vida

Conjuntivite química

Conjuntivite do 2º ao 3º dia de vida

Conjuntivite bacteriana Gonocócica

Conjuntivite do 3º ao 5º dia de vida

Conjuntivite bacteriana não Gonocócica

Conjuntivite do 5º ao 12º dia de vida

Conjuntivite de inclusão

Fonte: Soblec

Espero que tenham gostado do post!! Peço desculpas a todos pela demora em fazer novos post, mas continuarei firme e forte por aki, e o que vcs tiverem curiosidade em saber da saúde da criança e só perguntar que eu responderei. Mil bjnhos a todos vcs meus queridos!!! Até a próxima!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Eu voltei....


Pois é meus queridos...após uma bela temporada eu que os deixei “órfãos” (como alguns de vcs se auto-rotularam, nas dezenas de e-mails zangados que recebi por não está mais postando nada...)a primeira coisa que tenho a dizer é: DESCULPE-ME! Realmente lamento (vcs não imaginam o quanto) pela ausência por motivos de força maior. (Os mais curiosos que me perdoem, mas este blog não é da Gossip Girl, logo não saberão a fofoca...kkkkk...). Mas, como diz a canção, eu voltei para ficar, pq aki é meu lugar...rsrs...deve ser algo assim...

É ...eu voltei..e falando em volta...atendendo ao pedido do Deiber (que sempre colabora conosco sugerido ótimos temas!! Obrigada mais uma vez!!) vou falar um pouquinho do Refluxo Gastroesofágico (vulgo RGE para o pessoal da área...).

Ok ok. Mais o que tem haver eu estar falando da minha volta a blogesfera com o RGE? Muito simples meus caros: o Refluxo Gastroesofágico, nada mais é que a volta do alimento, sólido ou líquido, do estômago para o esôfago. Sacaram a lógica do pensamento agora né? Legal. Vamos continuar...

Os bebês e as crianças também sofrem com vômitos e regurgitações principalmente após as mamadas e refeições. Por isso (como eu sempre lembro vcs...o que está quase virando um mantra...) “todo cuidado é pouco” para que não ocorra a necessidade de se ligar para os bombeiros pedindo auxilio devido a uma parada respiratória ocasionada por um RGE (veja a reportagem no: “Pelo telefone, bombeiro ajuda a salvar criança” notícia publicada na edição de 24/12/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 9 do caderno A)

Relembrando que o esôfago é um tubo muscular que conduz os alimentos da boca ao estômago. Na sua parte inferior existe um esfíncter que se abre para a passagem do alimento e se fecha para que o alimento não volte. Quando o esfíncter é fraco ou imaturo, ele não segura o alimento no estômago, que acaba voltando para o esôfago na forma de regurgitação ou vômito.

Agora um pouco de números: mais de 90% dos recém-nascidos apresentam casos de refluxo. A grande maioria dos bebês apresenta refluxo gastroesofágico por causa da imaturidade do esfíncter esofagiano. É chamado de refluxo fisiológico, isto é, que faz parte do desenvolvimento infantil.

Em 80% dos casos, o refluxo tende a regredir a partir dos seis meses de vida coincidindo com a introdução dos alimentos sólidos e a condição de uma postura corporal mais ereta.

O refluxo gastroesofágico é considerado patológico quando os episódios de vômitos e regurgitações não melhoram depois dos seis meses de vida mesmo com alterações na postura e dieta. Nessa fase, a criança não ganha peso ou o perde e pára de crescer e produz uma esofagite (inflamação do esôfago).

Também estão inclusos na sintomatologia patológica: irritabilidade, choro persistente, dificuldade para dormir, recusa de alimentos ou complicações relacionadas ao nariz, ouvido, seios da face e garganta.

Em casos mais graves, a criança pode apresentar uma apnéia (parada respiratória) ou aspirar o próprio refluxo (chegar aos pulmões), progredindo para uma pneumonia aspirativa. Atente se seu filho apresenta como sintoma “chiado no peito”.

Vale lembrar, que caso tenha qualquer dúvida, converse com um profissional de saúde de sua confiança.

E como tratar?? O tratamento direcionado ao refluxo é muito simples, pedindo nada mais do que atitudes educativas e preventivas. No Refluxo fisiológico só medidas gerais, (abaixo), além da manutenção do aleitamento materno. Se o RGE é patológico, serão pedidos exames que variam de acordo com a sintomatologia da criança.

E aqui vão algumas medidas gerais para crianças com refluxo:

• Deixar a criança no colo até ela arrotar;

• Evitar chacoalhar a criança após as mamadas;

• Evitar pressionar o abdome na troca de fraldas ou ao abraçar o bebê;

• Evitar dar alimentos não recomendados;

• Seguir a medicação correta indicada pelo pediatra;

• Pôr a criança no berço somente uma hora depois da amamentação.

Para quem é da área e quiser maiores informações, segue os seguintes links:

Protocolo sobre Refluxo Gastroesofágico do Hospital Municipal Infantil Menino Jesus - PMSP

Refluxo gastroesofágico do Prof.: Luiz Alberto Gastaldi da UFSC

Espero que tenham gostado do post!! Bjnhos e até a próxima!!

domingo, 17 de outubro de 2010

Buááááááááááááááá´!!!!!!!!!!!


É fim de tarde e o bebê chora sem parar. E, como em todos os dias, no mesmo horário, você já checou a fralda, amamentou, agasalhou ou tirou o excesso de roupa. De nada adiantou. O choro continua intenso, mas de repente pára. Você respira aliviado, “Ufa!”. E quando menos espera, começa tudo de novo!!!! Cada vez mais estridente!!! E você? Pega no colo, acarinha, canta, balança. Faz um enorme esforço para manter o controle, de alguma maneira..neh? (Assustador não??? Melhor que esses filminhos de terror por ai...rs rs... ^^)

Quem já passou por esta situação sabe que estamos falando de uma cena típica de um recém-nascido sofrendo com as famosas e temidas cólicas. Esses são os sinais mais comuns da dor abdominal que atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida, geralmente no início da tarde ou durante a noite. Sempre no mesmo horário.

Elas são verdadeiras provas de fogo, uma espécie de curso intensivo para o coração de qualquer um, principalmente aos pais de primeira viagem... Eles nem tiveram tempo de conhecer o seu bebê e elas resolvem entrar – com toda a força – na rotina da casa.

Por isso tenha em mente a palavra “paciência”. Encare essa fase como um treino que vai prepará-lo para ter uma relação tranqüila com seu filho no futuro. Diante de tudo isso, uma observação importante: as cólicas não estão associadas a nenhuma doença, são um mero problema fisiológico, comum em recém-nascidos.

Vale resaltar, antes de continuar este post, que o choro do bebê é a maneira dele se comunicar com vocês e com o mundo! Ele pode chorar por fome, sono, frio, calor, incômodos (como barulho, fralda molhada ou apertada...), desejo de carinho..., então, prestem atenção e comecem a perceber os diferentes choros do bebê!

Cólica ou não? Eis a questão!!!

Relembrando...o bebê não nasce totalmente pronto, o sistema digestivo de um recém-nascido ainda é imaturo, até por falta de experiência. Quando está no útero materno, ele se “alimenta” pelo cordão umbilical e não tem que digerir os alimentos. É como se recebesse tudo mastigadinho pela mãe.

Eis que, de repente, acaba a folga!! O bebê passa a se alimentar do leite materno. E aí surgem diversos aprendizados que ele precisa adquirir com rapidez: mamar corretamente, arrotar, liberar os gases, fazer urina e fezes.

Entretanto, nem todas essas novas funções, no entanto, são executadas perfeitamente no início. A cada mamada, ocorrem movimentos descoordenados de contração e relaxamento nos intestinos, que provocam dor. O mau funcionamento da engrenagem também leva aos gases, à prisão de ventre e conseqüentemente às temidas cólicas. Junte a tudo outra imaturidade: a do sistema nervoso central – ainda com dificuldades de comandar os órgãos do corpo, até mesmo os intestinos. E tem-se um bebê em pânico. A falta de experiência é tamanha que o cérebro não consegue enviar os sinais necessários para avisar que a dor já passou. Muitas vezes, o chororô continua apenas por essa falta de comunicação.

Os sinais mais comuns de cólicas são: o bebê chora sem parar; ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome; a barriga fica endurecida; a criança solta gases; o rosto fica avermelhado; as mãos ficam com os punhos fechados e a expressão do rosto é de sofrimento

A cólica é um diagnóstico de exclusão após descartar as causas orgânicas mais comuns de choro. Geralmente definida pela regra de três: choro por mais de três horas por dia, por mais três dias por semana e por mais de três semanas em um lactente bem alimentado e saudável em outros aspectos.

Justamente por ocorrem em geral na segunda semana após o nascimento e o ápice das crises ocorrerem no segundo mês, quando os pais acabaram de voltar da maternidade, sem o aparato das enfermeiras do berçário e dos pediatras, surge o desespero materno e paterno, e por que não?, de avós, tios e de todo o resto da família...

Essa temática é cheia de controvérsias na literatura médica. Atualmente, o mais indicado é que toda nutriz (mulher que está amamentando) tenha uma alimentação variada e o mais "saudável" possível, evitando "excessos" e sempre observando as reações no organismo do bebê. O que ajuda muito é manter a calma, já que não se trata de uma doença (é uma adapatação do bebê ao ambiente extrauterino) e não traz consequências danosas para o bebê. A cólica vem e passa, não costumando ultrapassar os 3 a 4 meses de idade.

Em apenas 5% dos casos, os sintomas apresentados pelo recém-nascido escondem alguma doença. Quando o choro da criança é motivado por outra dor, a causa pode ser variada. Quem cuida do bebê deve observar as seguintes reações: o choro tem hora marcada? Pára quando está no colo? Há melhora quando ele é colocado de bruços ou quando a barriguinha é aquecida? Massagem resolve? Se as respostas forem não, é indicado procurar o profissional de saúde de sua confiança. Somente ele poderá avaliar o quadro e dar um diagnóstico correto. Veja algumas possibilidades que os pediatras destacam:

Refluxo gastroesofágico – o leite materno chega até o estômago e volta para a boca antes de completar a digestão. Essa movimentação anormal causa dor.

Infecção do trato urinário – qualquer anormalidade nessa região provoca bastante dor.

Hérnia – problema mais comum nos meninos.

“Calma! São só três meses!”

Com a maior tranqüilidade do mundo (que nesse momento parece absurda), a enfermeira pediatra ou o pediatra diz: “Depois do terceiro mês, passa”. Mas, de um modo geral, os pais ficam na dúvida: “O.k. Como eu sobrevivo até lá?”

As cólicas intestinais têm hora para começar e terminar. O problema é que o sentimento dos pais influencia – e muito – a vida do bebê. Se eles ficarem nervosos e inseguros, passam esses sentimentos ao bebê que, por sua vez, fica ainda mais aflito. Dependendo do comportamento dos pais as cólicas podem piorar, sim!!

Os profissionais da área pediátrica são unânimes: o comportamento da criança é um reflexo do meio em que vive. Alguns constatam que a cólica é um mal que acomete, majoritariamente, os primeiros filhos. A inexperiência dos pais seria um dos motivos mais fortes para a incidência do problema.

Vozes suaves, ambiente calmo e segurança podem não livrar o bebê das temidas cólicas, mas o ajudarão a superá-las com maior tranqüilidade.

Parece pedir muito? Talvez seja mesmo. Mas ter um filho é um exercício diário de paciência. Você precisa aprender a lidar com as emoções para protegê-lo. E lembre-se: vai passar.

Mas...para ajudar os pais desesperados pelo terrível “Buááááááá!” vão aí umas dicas de sobrevivência:

· Cerca de meia hora antes do início da choradeira diária, tente relaxar e tomar um banho morno.

· Acenda uma luz bem suave e pense que essa fase é transitória e que não é só o seu filho que sofre com as cólicas.

· Escolha uma música tranqüila para ouvir e relaxar.

· Aos primeiros sinais do choro, tente manter a calma.

· Passe serenidade e segurança para o seu filho com muito carinho.

Mitos e verdades a respeito das cólicas do bebê...

Como tudo que cerca o universo infanto-juvenil, as cólicas também são cheias de mitos! Segue uma relação dos principais mitos e verdades sobre o tema, divirtam-se!!

Parte 1 - Os mitos...

1 ) Mudar do leite materno para o leite em pó acaba com as cólicas?

Ao contrário. O leite materno é a melhor opção para o bebê e o que causa menos cólicas.

2) Álcool, cafeína e cigarro não provocam cólicas?

Eles fazem tão mal ao bebê quanto aos adultos. Como são excitantes, podem levar a uma irritação maior, e mais choro. A qualidade da alimentação materna deve visar a sua saúde e o seu bem estar, sendo, o leite materno, conseqüência. É claro que os exageros devem ser evitados, bem como as bebidas alcoólicas e o tabagismo. Em geral, não se recomenda que a mãe evite determinados alimentos, mas se a mãe nota que sempre que come determinado alimento o bebê fica mais incomodado, seria interessante evitá-lo ou substituí-lo, se possível...

3) Chá de erva-doce ajuda a melhorar a dor?

Fuja dele!!!! Os bebês até param de chorar, pois o sabor doce os distrai. O chá (seja qual for) é água adocicada, com sabor! Com quase zero calorias, sem proteínas, sem lipídeos, sem anticorpos,... e que ocupam espaço no estômago do nenê, que mamará menos por isso! Dessa maneira, não se deve dar chás para os bebês que estão em aleitamento materno, nem para os que estão com outros leites. Além disso, não é verdade que passam as cólicas !!! Podem é causar mais, uma vez que o organismo do bebê não está preparado para receber esta água com açúcar e erva. Além do que, se o chá estiver contaminado com impurezas, há um risco de infecção.

4) Somente o primeiro filho tem cólica?

Muitos pais ficam com essa impressão porque têm mais experiência no segundo filho, passando pela fase das cólicas com menos estresse e ansiedade.

5) Dar voltas de carro ajuda a passar a cólica?

Outra técnica adotada por pais desesperados. Geralmente o balanço do carro faz o bebê dormir. Mas é só o automóvel parar e volta tudo.

6) Torcer a roupa do bebê dá cólica?

Essa é do tempo da minha vó!! Elas acreditavam que, ao torcer a roupinha, a barriga da criança sofria o mesmo impacto, o que ocasionava as cólicas. Sem fundamento.

Parte 2 - As verdades...

1) Enrolar o bebê em um cueiro alivia as cólicas?

Esse conselho da vovó está de volta. Pesquisas recentes apontam que quando você enrola o recém-nascido em um cueiro ou uma manta, ele sente-se aconchegado, protegido. É como um retorno os útero materno.

2) Quando o pai coloca a mão na barriga do bebê, ele acalma?

Não fiquem com ciúmes, mamães de plantão! Quem diz isso são alguns pediatras: a mão do papai funciona porque esquenta uma região maior. Alem disso, eles não têm medo de segurar as crianças em posições menos convencionas.

3) O recém-nascido deve fazer cocô pelo menos uma vez por dia?

Verdade. O bom funcionamento intestinal é o primeiro passo para que o bebê não sofra com cólicas. Mais seu filho pode passar alguns dias sem evacuar, e isso não significa que ele tenha qualquer problema. Na dúvida, fale com o pediatra.

4) Massagear a barriga do bebê melhora as cólicas?

Além de ser um contato delicioso com seu filho, o toque das mãos pode diminuir as dores.

5) Criança que mama deitada tem cólicas?

Se a posição do bebê na hora de mamar não estiver correta, ele engole ar, o que provoca cólicas. O recém-nascido deve ser amamentado de maneira que a cabeça fique mais elevada que o corpo.

6) É bom fazer o bebê arrotar?

Essa ação facilita a eliminação de gases. Após mamar e arrotar é melhor que o bebê seja deitado de lado, para se evitar que, em caso de regurgitamento, ele se afogue.



Agradeço ao Deiber por sugerir este post, aguardo mais sugestões de vcs!! Espero que tenham gostado, bjnhos e até a próxima!!

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